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quarta-feira, 6 de agosto de 2014

Intercessão pela paz!

Irmãs e irmãos nas Comunidades da IECLB!

Para sentirmos a violência que fere, que deixa sequelas e até mesmo destrói vidas, não precisamos ir para o exterior. Em qualquer recanto do Brasil é essa a realidade. Infelizmente essa é a realidade. Chegamos ao ponto em que o noticiário coloca lado a lado os resultados dos últimos jogos de futebol e o número de pessoas assassinadas no final de semana. E a gente corre o risco de preocupar-se com o time que perdeu!

Acompanhamos com um grande aperto no coração o confronto entre Palestina e Israel. Diante disso, entendemos ser momento oportuno para, como Igreja, marcarmos presença sempre maior onde são desenvolvidas ações em favor da paz, buscando a superação da violência. Além disso, podemos orar, intercedendo pela paz.

Em relação ao conflito entre Israel e Palestina, a IECLB busca informações junto à FLM - Federação Luterana Mundial. Segundo Munib A. Younan, Bispo da Igreja Evangélica Luterana na Jordânia e na Terra Santa e Presidente da FLM, a Igreja "continuará a orar por todas as pessoas que são vítimas dessa guerra. Nós continuamos a clamar por um cessar fogo ancorado num processo de paz", disse. "O que Palestina e Israel necessitam neste momento é justiça, paz e dignidade em lugar da radicalização, da vingança e do derramamento de sangue promovidos  pelo apoio diplomático ou militar por qualquer dos grupos envolvidos", acrescentou. O pedido em favor do cessar imediato das hostilidades foi compartilhado pelo Secretário Geral da Federação Luterana Mundial, Reverendo Martin Junge, que definiu a nova onde de violência como "uma escalada de loucura" que se traduzirá em perda para todas as partes.

Diante da violência em qualquer lugar da face da terra, o Lema da IECLB em 2014 - Procurai a paz da cidade para onde vos desterrei e orai por ela ao Senhor, porque na sua paz vós tereis paz (Jeremias 29, 7) - motiva-nos a que em nossos cultos incluamos uma oração de intercessão, para a qual sugerimos:

Deus da vida e da paz! Não te canses de admoestar teus filhos e tuas filhas que a violência não é meio para solucionar conflitos.

Vem, Senhor, sentir a dor que toca tão fundo a tua gente que sofre violência!

Vem, Espírito Santo, sopra uma brisa nova que motive a compaixão e o acolhimento em favor da paz, aqui neste lugar, no Brasil, em Israel, na Palestina, no mundo que tu criaste. Amém.

(É momento oportuno para cantarmos em nossos cultos o Kyrie criança, conf. o Livro de Culto, p. 342).

Fraternalmente,

Nestor Paulo Friedrich

Pastor Presidente



Post feito por Jonas Krause pastor!

quinta-feira, 31 de julho de 2014

Guerra de Israel contra a Palestina. Manifesto do CONIC!



O CONIC recebeu, na manhã desta terça-feira, 29, um apelo da Rede de Voluntários do Programa Ecumênico de Acompanhamento na Palestina e Israel - organismo promovido pelo Conselho Mundial de Igrejas - com a informação de que uma igreja Católica em Gaza foi orientada pelo Exército Israelense a evacuar o edifício que ocupa.
 
O problema é que tal igreja mantém, abrigadas ali, crianças deficientes e idosos, fato que praticamente inviabiliza a evacuação. A informação foi publicada originalmente pela agência de notícias Independent Catholic News (veja AQUI).
 
Enquanto Conselho de Igrejas, o CONIC reforça o apelo da rede de voluntários do PEAPI no sentido de que o Exército israelense pare de atacar áreas civis e negocie um cessar-fogo imediato. Vale ressaltar que a Secretaria-Geral do CONIC já encaminhou o apelo do CMI (abaixo) ao Itamaraty e à Embaixada israelense em Brasília.
 
APELO HUMANITÁRIO
 
A situação da ofensiva israelense na Faixa de Gaza continua se agravando, enquanto a comunidade internacional assiste de forma passiva o número de mortos superar a marca de 1.100, já se aproximando do recorde de mortes em uma ofensiva militar israelense em Gaza.
 
Nesta manhã, através dos contatos locais do Programa de Acompanhamento Ecumênico na Palestina e Israel do Conselho Mundial de Igrejas com seu Escritório em Jerusalém, recebemos o apelo da comunidade Católico Romana de Gaza, da Igreja da Sagrada Família.
 
Na mensagem, o padre local informa que a Igreja Católica da Sagrada Família, recebeu ordem de evacuação por parte do Exército Israelense, que planeja bombardear a região durante a noite. Diz o padre:
 
"A igreja de Gaza recebeu uma ordem de evacuação... eles vão bombardear a área de Zeitun e as pessoas já estão fugindo. O problema é que o padre George e as três irmãs [da congregação de] Madre Teresa têm 29 crianças portadoras de deficiências e nove senhores [idosos] que não podem andar. Como eles farão para sair? Se alguém pode interceder com alguém no poder, e orar, por favor, faça! Nós estamos tentando... que a nossa impotência seja tomada pela Tua Onipotência."[1]
 
A paróquia possui um projeto chamado a “Casa de Cristo em Gaza”, uma casa de cuidados dedicada a cuidar de crianças portadoras de deficiência. Contudo, estas crianças já foram removidas da Casa e transferidas para a Igreja da Sagrada Família, uma vez que o Exército Israelense já bombardeou a região onde se encontrava o projeto.
 
Por isso, a Paróquia apela por orações e o clamor levantado pelo CMI é para que as igrejas e governos espalhados pelo mundo possam se mobilizar através da pressão diplomática para impedir mais este ataque.
 
A ideia é que o Exército Israelense não realize a ofensiva e, além disso, pare da atacar áreas civis e negocie um cessar-fogo com as autoridades palestinas.
  
Obs.: envie esta mensagem para os seus Deputados, Senadores e para o Ministério das Relações Exteriores, assim como para suas autoridades eclesiásticas, bispos, padres e pastores. O Brasil precisa se posicionar mais firmemente e exercer pressão para que o massacre da população palestina tenha um fim, e as negociações caminhem para um processo de paz justa e duradoura na região.


Post feito por: P. Jonas Krause!

quarta-feira, 30 de julho de 2014

Assembleia da paróquia de Tapejara!

No dia 19/07/2014 às 14h aconteceu a assembleia ordinária da paroquia de Tapejara. Esta assembleia foi sediada pela comunidade de Charrua. Agradecemos a acolhida prestada pela comunidade de Charrua. 

Segue foto das pessoas presentes na assembleia: 

Segue a reflexão do dia!
Evangelho de João 7.37-39
37 Ora, no seu último dia, o grande dia da festa, Jesus pôs-se em pé e clamou, dizendo: Se alguém tem sede, venha a mim e beba. 38 Quem crê em mim, como diz a Escritura, do seu interior correrão rios de água viva. 39 Ora, isto ele disse a respeito do Espírito que haviam de receber os que nele cressem; pois o Espírito ainda não fora dado, porque Jesus ainda não tinha sido glorificado.

Nossa assembleia paroquial aconteceu no mês de julho, tempo do frio, do inverno, tempo das férias escolares de nossos filhos, netos. Mas também no calendário da igreja, é um tempo especial, chamado tempo após Pentecostes.

É tempo em que refletimos sobre a ação do Espírito Santo na nossa vida, e na vida das nossas comunidades, promovendo seu crescimento.

Na igreja cristã, usamos a cor verde nos paramentos, indicando o crescimento silencioso da igreja cristã. Nós, que trabalhamos na terra, e acompanhamos o crescer das sementes, sabemos que a natureza age assim: no silêncio, sem barulhos estrondosos, nem transformações drásticas, devagarzinho, mas sem parar.

Assim age também o Espírito de Deus nas nossas vidas e nas nossas comunidades: de forma contínua, fiel e sem estardalhaços.

No texto do Evangelho que ouvimos, o Espírito Santo de Deus é comparado à água que flui, que corre por um rio. Uma água viva, que se movimenta, que se desloca, atingindo toda terra, as pedras e os barrancos que necessitam dela.


Água é um elemento da natureza vital! Vital para o reino mineral, vegetal e animal Sem água, não há vida!

O Espírito de Deus é água viva, que corre contínua e fielmente! E que, a partir de nós, sua comunidade, atinge a vida, a natureza, as pessoas o nosso redor.

Essa água viva precisa chegar às pessoas. Como é que a gente faz para fazer chegar à água de uma vertente até a nossa casa? ... É através do cano, ou através de uma bica, calha que a água vai chegar ao seu destino final...

Nós somos o cano pelo qual a água passa. Nosso reformador usa essa metáfora.

A água vem e passa pelo pedaço de taquara. O primeiro a ser beneficiado é o próprio pedaço de cano. Tanto que fica um pouco de água no pedaço de taquara, mas ela não pode segurar tudo para si e assim, precisa passar adiante. 


Com isso o pedaço de taquara vizinho vai ser beneficiado com a água. ele também vai segurar um pouco para si, mas também vai beneficiar o seu vizinho. E, assim, a água vai passando sempre mais adiante.


Nesse caminho, para a água chegar ao seu destino final, nós não podemos nos dar o luxo de dispensar ninguém. Todos são importantes por igual. Se tirarmos um pedaço deste cano, então a água não irá chegar ao seu destino e se perderá no meio do caminho, ou ela não vai chegar tão longe o quanto devia, alcançado mais e mais pessoas com essa água maravilhosa que Jesus nos presenteou.

Às vezes, temos a tentação de dizer: “Ah, não precisamos da faxineira, não precisamos do tocador de sinos. Ah, esses membros aí é melhor excluir”. Porém, este não é o jeito de Deus pensar. Deus não quer deixar ninguém fora. Deus quer que todos sejam alcançados pela água.

Muitas vezes somos imperfeitos e deixamos a água cair no chão (...) mas isso não é desculpa para não participar, para não ocupar o nosso lugar.

Pensando na nossa paróquia: nós precisamos de todas as comunidades, pontos de pregação participando, fazendo a sua parte. Se o Ligeiro Alto deixar de fazer a sua parte, então teremos uma redução. Se Cachoeira Alta disser que não quer mais colaborar, então teremos problemas...

Ninguém é dispensável. Nenhuma comunidade, ou ponto de pregação poderá deixar de cumprir a sua tarefa. Quanto mais unidos nós formos, mais longe nós faremos chegar essa água. 

Não é só tarefa do pastor levar a mensagem do Evangelho adiante. Mas é tarefa de todas as comunidades, grupos da OASE, jovens.

Nossa paróquia, iniciada por nossos antepassados com amor e dedicação, tem uma missão neste chão, neste pedaço do Rio Grande do Sul! Não foi em vão que Deus inspirou nossos antepassados a fundar, aqui, uma comunidade, depois, construir uma igreja, e desenvolver um trabalho responsável neste lugar. Nossa missão só será realizada se nos mantivemos unidos, trabalharmos juntos, cada um fazendo sua parte e aceitando os irmãos e as irmãs que também estão juntos nesta tarefa.

O apóstolo Paulo sabia da importância de manter-se a união e o bom espírito entre as pessoas de uma comunidade.
 Ouçamos um trecho de uma carta que ele escreveu para a comunidade de Filipos:

Fp 2.2 completai a minha alegria, para que tenhais o mesmo modo de pensar, tendo o mesmo amor, o mesmo ânimo, pensando a mesma coisa; 3 nada façais por contenda ou por vanglória, mas com humildade cada um considere os outros superiores a si mesmo; 4 não olhe cada um somente para o que é seu, mas cada qual também para o que é dos outros.

Jesus prometeu a água viva, que flui a partir de dentro de cada pessoa que crê! Esta água – seu Espírito – está entre nós e segue efetuando a obra. 

Sigamos unidos, sendo canais desta água, canais que se alimentam desta água e que a repassam para frente.


Que a paz de Deus, que excede todo entendimento, guarde nossos corações e pensamentos em Cristo Jesus. Amém.

Post e texto de: P.Jonas Krause!

quarta-feira, 16 de julho de 2014

Não aprendemos a perder!

Tomai sobre vós o meu jugo, e aprendei de mim, que sou manso e humilde de coração; e encontrareis descanso para as vossas almas. Porque o meu jugo é suave e o meu fardo é leve. Mateus 11.29-30

Não aprendemos a perder. Há poucos dias, tivemos os jogos da copa do mundo aqui no Brasil. Foram dias intensos. 

Havia muita especulação sobre quem ia ganhar a copa. Por mais que a seleção brasileira viesse jogando mal, por mais que a gente visse que a seleção não iria ganhar esse mundial, ainda assim acreditava-se que o Brasil poderia ganhar. Até o mais pessimista dos torcedores acreditava em seu íntimo que o Brasil poderia terminar esse mundial de forma diferente.

A primeira decepção neste mundial com a seleção brasileira foi no jogo contra a Alemanha. Derrota assustadora. O sonho do hexa foi adiado, sabe-se lá por mais quantos anos. Silêncio, choro, vaias, revolta nos estádios. Ninguém estava preparado para a derrota, derrota que entrou para a história. Após o jogo, muitas explicações por parte dos jogadores, treinador, mas nada iria desfazer o que aconteceu.

O choro das crianças e dos jogadores no estádio foi comovente. Todos estavam preparados para a vitória. Ninguém havia se preparado para aquele resultado. A derrota da seleção foi horrível: 7 a 1. Mas não faria tanta diferença se fosse 3 a 1, ou 1 a 0... Derrota é derrota. Estamos preparados para vencer e, não, para perder.


O mundo no qual nós vivemos nos incita, nos motiva para sermos vencedores. Não vale perder ou empatar o jogo. O que importa é ganhar. Quem é que nos prepara para as perdas?



Penso cá com os meus botões - e tu podes discordar de mim -, mas muitas das doenças psíquicas: depressão, ansiedade, fobias, decorrem do fato de nós não estarmos preparados para enfrentar as derrotas. A vida não é feita só de vitórias. A vida é composta de muitas perdas e, às vezes, não importa o resultado, mas sim, que atitude que nós iremos tomar diante deste resultado. 


Vamos ser pessoas proativas ou vítimas diante dos resultados na vida?Precisamos urgentemente fazer as pessoas refletirem sobre suas vidas. 


Precisamos preparar as pessoas desde a idade mais tenra. 
Pais e mães, ensinem aos seus filhos e filhas a refletirem sobre a importância de saber lidar com as possíveis derrotas da vida. Uma criança que não aprende a lidar com as perdas, desde casa, possivelmente vai se tornar uma pessoa frustrada. Educadores, professores/as, ensinem, façam os seus alunos e alunas refletirem sobre a importância de saber lidar com as possíveis frustrações. Deixo aqui o desafio para nós, igreja cristã: precisamos saber lidar muito mais com as derrotas do que com as vitórias.

Se olho para trás na minha vida e me pergunto onde mais aprendi, posso dizer que foram nos momentos de derrotas, nos momentos de empate de 0x0. Hoje, talvez, depois de estudar um pouco e refletir outro tanto, eu tenha aprendido a importância de saber lidar com as frustrações. Mas ainda assim, sigo sendo um aprendiz.

Mas quem serve para nós de modelo? Qual ser humano poderia nos servir de modelo? Alguém que soube lidar com as perdas e derrotas, frustrações... Os jogadores da seleção brasileira não servem de modelo para nós. O abatimento, a frustração foi visível no rosto. Até mesmo, Leonel Messi mostrou-se profundamente abatido por ter perdido a copa, mesmo sendo eleito o melhor jogador do mundial. Mas, então, quem é que soube ou sabe lidar com as derrotas?

Nós temos este exemplo de pessoa registrado na história da humanidade. Esse ser humano tinha tudo para ser uma pessoa triste, pois as pessoas que estavam com ela “pisaram na bola” muitas e muitas vezes, o tempo todo, mas ele sabia lidar com essas decepções e construía sobre elas. Ele pregou, ensinou, conviveu com as pessoas, mostrando-lhes uma nova forma de viver e comportar-se. Mas, quando ele menos esperava, as pessoas falhavam...


Essa pessoa foi Jesus Cristo. Jesus cristo tinha tudo para ser uma pessoa triste, deprimida, aborrecida por causa das constantes frustrações e baixas que ele via acontecer no meio dos seus seguidores e seguidoras. 

Jesus não se abateu, não recuou. Muitas pessoas dizem que Jesus Cristo é uma invenção da humanidade. Seria impossível inventar uma pessoa assim: uma pessoa que soube lidar perfeitamente com as intempéries que se apresentaram. É impossível inventar uma pessoa perfeita, assim como o foi Jesus Cristo. Jesus foi líder de si mesmo, não tornou-se vítima de suas próprias emoções.


Jesus nos faz um convite generoso: “Tomai sobre vós o meu jugo, e aprendei de mim, que sou manso e humilde de coração; e encontrareis descanso para as vossas almas. Porque o meu jugo é suave e o meu fardo é leve.” Pense nisto e tire as tuas próprias conclusões!

sexta-feira, 27 de junho de 2014

Livros!

Você gosta de ler?  Se sim, então eis uma oportunidade para adquirir um bom livro! A nossa paróquia tem alguns livros à venda na secretária: Bíblias, Bíblias para crianças, CDs, Hinários... e muito mais. Caso você tenha interesse em dar um presente para alguém, ou para si mesmo, dê um livro! Os livros estão sendo vendidos no mesmo valor da editora.




Os livros vão estar à disposição nos cultos. Caso você queira comprar algum livro, favor entrar em contato pelo fone 54 8402-3770 e falar com Jonas Krause, pastor! Alimente-se de uma boa leitura! 



sábado, 21 de junho de 2014

quarta-feira, 11 de junho de 2014

Reflexão para Sexta-feira 13 de junho!

Superstição

Imagine um gato preto, uma coruja no telhado, uma escada na calçada em seu caminho. Ou mesmo um galhinho de arruda atrás da orelha. Lembre-se ainda do levantar com o pé esquerdo, de entrar e sair de qualquer casa pela mesma porta, ou do bater três vezes na madeira quando alguém fala algo ruim. Se quisermos avançar um pouco mais, ainda nos lembraremos da roupa branca na noite da virada de ano. Será possível ainda recordar a consulta diária ao horóscopo, o evitar ingerir certos líquidos ou alimentos em determinados dias do ano, e mesmo a vassoura atrás da porta ou o "comigo ninguém pode" plantada na frente de casa para protegê-la. Quantas crendices e superstições cercam nossas vidas.


O dicionário da língua portuguesa define a palavra superstição como sentimento religioso excessivo ou errôneo, crença errônea, temor absurdo de coisas imaginárias, entre outras bem claras definições. Por que estas crenças tomam conta de nós e nos causam medo?

Como imaginar que um simples gato preto ou a presença de uma inocente coruja no telhado possa significar algo de ruim? Como acreditar que o pé que primeiro pisa no chão, de manhã, pode determinar o que vai acontecer naquele dia? E mais, como entender que devermos sair pela mesma porta que entramos, pois se não o fizermos, não regressaremos para aquela casa nunca mais? E que tipo de influência a roupa branca pode causar na passagem de ano? Ou será mesmo que acreditamos que bater três vezes na madeira pode alterar o rumo das coisas? E tem algo a ver com a grandeza da vida o fato de ingerirmos certos alimentos em determinados dias, por imposição de medos imaginários?

Nossa felicidade ou nossa desgraça não dependem dessas coisas. Elas estão determinadas pela postura e pelo comportamento que adotamos diante dos fatos da vida. São as opções de vida que determinam os acontecimentos. Opções de caráter reto, digno, honesto, geram resultados de paz de consciência. Atos imorais geram aflições, intranquilidade, falta de sossego na alma.

Muito antes, os pensamentos, a intenção e a vontade é que atraem situações provocadoras de aflições ou sofrimentos. Pensando no mal, alimentando inveja e ciúme, rancor ou sentimento de vingança, com isso facilitaremos a ocorrência de situações desagradáveis. O inverso também é real: pensando no bem, nutrindo pensamentos de amor ao próximo, de confiança em Deus, estaremos sintonizados com Deus e vamos desfrutar de paz e harmonia interior.

Gestos, roupas especiais, objetos materiais, acessórios místicos, atitudes impostas não possuem o poder de nos proteger ou mudar o rumo dos acontecimentos. Estes são sim alterados pela nossa decisão e opção pessoal.

Libertemo-nos dessas crendices que, muitas vezes, são verdadeiros cativeiros em nossa vida. Aprendamos a viver livres de superstições, tomando posse de nossa herança de filhos/as de Deus, ao invés de nos prendermos a ideias impostas para criar medo e dependência. Foi para a liberdade que Cristo nos libertou. Não vivamos a nossa vida reféns de superstições. Sexta-feira -13. Um dia abençoado por Deus como todos os outros dias.

Texto adaptado por Sissi Georg e Jonas Krause!
Post feito por Jonas Krause!